Uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à excelência na pecuária,
construída com trabalho, dedicação e compromisso com a qualidade genética.
1979
Angelim Orio e Isaura Orio chegaram ao Estado com seus filhos Adelosmar Orio, Adilson Orio, Ivone Orio, Ivonete Orio e Anderson Orio. A atividade inicial da família foi exploração e exportação de madeira, marcando o início de uma história de empreendedorismo no Pará.
1982
A Família Orio começou a trabalhar com agropecuária, diversificando suas atividades e iniciando uma nova fase que se tornaria o foco principal da empresa.
1993
Observando a dificuldade para aquisição de touros de qualidade, iniciaram-se os trabalhos com inseminação artificial, visando o melhoramento genético das raças. Nesse trabalho inicial, foi concluído que dentre as mais de 10 raças utilizadas, as zebuínas são de fato as melhores para a região.
2003
Com o aumento da demanda por touros e a necessidade de animais que se adaptassem ao local e atendessem aos objetivos traçados, foi iniciado o plantel da Agropecuária Orio. O foco principal era diminuir a idade dos animais ao abate (de 4-5 anos) e buscar precocidade das matrizes, que na época pariam com 4-5 anos. O plantel foi criado inicialmente para atender as necessidades do próprio rebanho, priorizando, além do ganho de peso, o foco em habilidade materna de suas matrizes.
2015
A Agropecuária Orio ingressou no PMGZ (Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos), alavancando significativamente o melhoramento genético do rebanho. Os resultados começaram a superar a média nacional, com praticamente 90% dos animais classificados como DECA 1, ou seja, entre os 10% melhores.
HOJE
A Agropecuária Orio conta com mais de 1000 matrizes ativas das raças Nelore e Tabapuã. Nos trabalhos de melhoramento genético, trabalha-se com mais de 50 touros por ano. Os objetivos principais são alcançados: abate de bois na faixa de 2 a 3 anos e matrizes com primeira cria até os 3 anos de idade.
Família ORIO